Mais um familiar de Sócrates a Mamar!

>> outubro 26, 2010


Tacho para a cunhada de José Sócrates

Cunhada de Sócrates é assessora na EPAL

A EPAL, empresa pública tutelada pelo Ministério do Ambiente, contratou em Junho deste ano, já em plena derrapagem das contas públicas, a cunhada do primeiro-ministro para assessora do conselho de administração. A admissão de Mara Mesquita Carvalho Fava, irmã de Sofia Fava (ex-mulher de José Sócrates), nos quadros da EPAL ocorreu após quase dois anos como trabalhadora da empresa a recibos verdes. A cunhada de José Sócrates terá um salário mensal bruto de 2103 euros, acrescido de 21,5% do ordenado por isenção de horário de trabalho.

O ingresso de Mara Fava nos quadros da EPAL foi revelado pelo próprio jornal da empresa: na edição de Junho de 2010 do 'Águas Livres', na coluna Movimento de Pessoal, indica-se que foram admitidas Mara Fava e Mariana Barreto Dias de Castro Henriques, mulher de Jorge Moreira da Silva, ex-secretário de Estado do Ambiente, ex-consultor do Presidente da República e vice-presidente do PSD.


A Comissão de Trabalhadores, em resposta ao CM, assume que o assunto "é falado entre os trabalhadores da EPAL e em termos nada abonatórios para os envolvidos directa ou indirectamente na sua admissão, assim como para a justificação do vencimento mais isenção de horário de trabalho".


COMENTÁRIO: Assessora de um assessor!!!! looooooooooooooool 2103€ + 452€ (21,5%) = 2555€ por mês!!! Para quem era precária....de um momento para o outro não é nada mau

É para isto que servem os Institutos Públicos, Empresas Municipais, Fundações..

Eis a razão porque não as extinguem. É aqui que é roubado o nosso dinheiro para dar aos familiares da bandidagem e outros parasitas da partidocracia.

Depois dizem que não há, onde cortar despesas! E que são necessários mais impostos e mais impostos.......

Aguentem saloios !!!!!!!!!!!!!!!

Aguentem pacóvios !!!!!!!!!!!!

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Crise em Portugal

>> outubro 25, 2010


Orçamento do Estado

Todos os nossos governantes falam em cortes das despesas, mas não dizem quais, e aumentos de impostos, a pagar pela malta.

Não ouvi foi nenhum governante falar em:

. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizá-los como no estrangeiro.

. Reforma das mordomias na Assembleia da República como, almoços com digestivos a € 1,50.

. Acabar com os milhares de Institutos que não servem para nada e tem funcionários e administradores com 2º ou 3º emprego.

. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores de milhares de euros mês e que não servem para nada.

. Redução drástica das Câmaras Municipais, Assembleias, etc.

. Redução drástica das Juntas de Freguesia.

. Acabar com o pagamento de € 200 por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e € 75 nas Juntas de Freguesia.

. Acabar com o Financiamento aos Partidos.

. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc que se deslocam em uso particular pelo País. No estrangeiro isto não acontece.

. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia.

. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros.

. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado.

. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e, respectivas estadias em Lisboa em hotéis cinco estrelas.

. Controlar o pessoal da Função Pública que nunca está no local de trabalho e que faz trabalhos nesse tempo, para o Estado.

. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos.

. Acabar com as várias reformas por pessoa, do pessoal do Estado.

. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

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Crise...

>> outubro 21, 2010



Comentário do dia:


"O leitinho com chocolate passa de 6% para 23% de IVA. O vinho

mantém-se a 13%. Os miúdos vão passar a levar um pacotinho de Porta da

Ravessa para a escola..."

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Carta aberta

>> outubro 20, 2010

Carta aberta ao Sr. Mário Soares, Sr. António José Seguro e a todos os políticos de Portugal



Sr. Mário Soares,


Sou um cidadão que trabalha, paga impostos, para que o Sr. e todos os restantes políticos de Portugal andem na boa vida.

Há dias, ouvi o Sr, doutamente, nas TV's, a avisar o povo português para que não se pusesse com greves, porque ainda ia ser pior.

Depois ouvi o Sr. António José Seguro, revoltar-se contra os impostos e colocar-se ao lado do povo.

Ouvi o Sr. perguntar onde estava a alternativa ao aumento de impostos, e aqui estou eu para lhe dar a alternativa.


Como o Sr. Mário Soares pediu que alguém lhe desse a alternativa à subida de impostos, aqui lhe deixo 10 medidas que me vieram à mente assim, de repente:

1 - Acabar com as pensões vitalícias e restantes mordomias de todos os ex-presidentes da República (os senhores foram PR's, receberam os seus salários pelo serviço prestado à Pátria, não têm de ter benesses por esse facto);

2 - Acabar com as pensões vitalícias e / ou pensões em vigor dos primeiros-ministros, ministros, deputados e outros quadros (os Srs deputados receberam o seu ordenado aquando da sua actividade como deputado, não têm nada que ter pensões vitalícias nem serem reformados ao fim de 12 anos; quando muito recebem uma percentagem na reforma, mas aos 65 anos de idade como os restantes portugueses - veja-se o caso do Sr. António Seguro que na casa dos 40 anos de idade já tem direito a reforma da Assembleia da República);

3 - Reduzir o nº de deputados para 100;

4 - Reduzir o nº de ministérios e secretarias de estado, institutos e outras entidades criadas artificialmente, algumas desnecessárias e muitas vezes até redundantes, apenas para dar emprego aos "boys";

5 - Acabar com as mordomias na Assembleia da República e no Governo, e ao invés de andarem em carros de luxo, andarem em viaturas mais baratas, ou de transportes públicos, como nos países ricos do Norte da Europa (no dia em que se anunciou o aumento dos impostos por falta de dinheiro, o Estado adquiriu uma viatura na ordem dos 140 mil € para os VIP's que nos visitarão);

6 - Acabar com os subsídios de reintegração social atribuídos aos vereadores, aos presidentes de Câmara, e outras entidades (multiplique-se o número de vereadores existentes pelo número de municípios e veja-se a enormidade e imoralidade que por aí grassa);

7 - Acabar com as reformas múltiplas, sendo que um cidadão só poderá ter uma única reforma (ao invés de duas e três, como muitos têm);

8 - Criar um tecto para as reformas, sendo que nenhuma poderá ser maior que a do PR;

9 - Acabar com o sigilo bancário;

10 - Criar um quadro da administração do Estado, de modo a que quando um governo mude, não mudem centenas de lugares na administração do Estado;



Com estas simples 10 medidas, a classe política que vai desgraçando o nosso amado Portugal, daria o exemplo e deixaria um sinal inequívoco de que afinal, vale a pena fazer sacrifícios, e que o dinheiro dos portugueses não é esbanjado em Fundações duvidosas, em TGV's, em aeroportos, em obras sumptuosas.

Enquanto isso não acontecer, eu não acredito no Sr. Mário Soares, não acredito no Sr. António Seguro, e não acredito em nenhum político desde o Bloco de Esquerda ao CDS, nem lhes reconheço autoridade moral para dizerem ao povo o que deve fazer.


Em último caso, têm a palavra as Forças Armadas, que têm o ónus de defender o povo português de qualquer agressão externa e / ou interna, e que paradoxalmente têm estado em silêncio perante o afundamento de Portugal.


Zé do Povo

Portugal

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O 13º mês não existe - faça as contas!

>> outubro 19, 2010


> Os ingleses pagam à semana e claro, administrativamente é uma seca!

> Mas ...diz-se que há sempre uma razão para as coisas! Ora bem, cá está um exemplo aritmético simples que não exige altos conhecimentos de Matemática.
> Uma forma de desmascarar os brilhantes neo-liberais e os seus técnicos (lacaios) que recebem pensões de ouro para nos enganarem com as suas brilhantes teorias...

> Fala-se que o governo pode vir a não pagar aos funcionários públicos o 13º mês.

> Se o fizerem, é uma roubalheira sobre outra roubalheira.

> Perguntarão porquê.
> Respondo: Porque o 13º mês não existe.

> O 13º mês é uma das mais escandalosas de todas as mentiras do sistema capitalista, através da qual se oculta um roubo laboral, transformando-o em benesse ao trabalhador.

>Infelizmente esta é ja mentira em que os trabalhadores mais acreditam.

> Eis aqui uma modesta demonstração aritmética de como foi fácil enganar os trabalhadores.

> Suponhamos que você ganha € 700,00 por mês. Multiplicando-se esse salário por 12 meses, você recebe um total de € 8.400,00 por um ano de doze meses.
> € 700*12 = € 8.400,00

> Em Dezembro, o generoso patrão cristão manda então pagar-lhe o conhecido 13º mês.
> € 8.400,00 + 13º mês = € 9.100,00

> € 8.400,00 (Salário anual) + € 700,00 (13º mês) = € 9.100 (Salário anual mais o 13º mês)
> O trabalhador vai para casa todo feliz com o patrão.

> Agora veja bem o que acontece quando o trabalhador se predispõe a fazer umas simples contas que aprendeu no 1º Ciclo:
> Se o trabalhador recebe € 700,00 mês e o mês tem quatro semanas, significa que ganha por semana € 175,00.
> € 700,00 (Salário mensal) / 4 (semanas do mês) = € 175,00 (Salário semanal)

> O ano tem 52,14 semanas (365 dias / 7 dias = 52,14 semanas). Se multiplicarmos € 175,00 (Salário semanal) por 52,14 (número de semanas anuais) o resultado será € 9.124,50.

> € 700,00 (Salário semanal) * 52,14 (número de semanas anuais) = € 9.124.50
> Como se comprova, este resultado é ligeiramente superior ao valor do salário anual mais o 13º mês (9100.00€)
> Surpresa, surpresa ? Onde está portanto o 13º Mês?
> A explicação é simples, embora os nossos conhecidos líderes nunca se tenham dado conta desse facto simples.

> A resposta é que o patrão lhe rouba uma parte do salário durante todo o ano, pela simples razão de que há meses com 30 dias, outros com 31 e também meses com quatro ou cinco semanas (ainda assim, apesar de cinco semanas o patrão só paga quatro semanas)

> o salário é o mesmo tenha o mês 30 ou 31 dias, quatro ou cinco semanas.

> No final do ano o generoso patrão presenteia o trabalhador com um 13º mês, cujo dinheiro saiu do próprio bolso do trabalhador ( e ainda se paga do trabalho, 24.50 €).

> Se o governo retirar o 13º mês aos trabalhadores da função pública, o roubo é duplo.

> Daí que, como palavra final para os trabalhadores inteligentes. Não existe nenhum 13º mês.

> O patrão apenas "quase" devolve o que sorrateiramente lhe surrupiou do salário anual.
> Conclusão: Os Trabalhadores nem sequer recebem o que lhes é devido pelo trabalho que já efectuaram, quanto mais um adicional .

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